terça-feira, 13 de abril de 2010
ñ sei porque fui tão burra em deixar você livre num lugar ruim como o que vivemos. Mas sei que as coisas acontecem por um propósito, e que não se deve lamentar o que já passou. tu tá longe de mim, mas eu sempre te sinto por perto. nas marcas das suas patinhas nas paredes, nos seus pelinhos jogados pela casa. ás vezes, eu até te escuto se mexer ou dar um latidinho. minúsculo cão curioso, tou aqui esperando tu voltar, batendo no portão e fazendo festa como se nada tivesse acontecido; como se eu nunca tivesse passado pela dor da incerteza de não saber se algum dia vou te ver de novo. tu parece um cão, mas tu é simplesmente um ser vivo que eu amo e respeito. tou morrendo de saudades. volta.
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